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segunda-feira, 9 de março de 2009

A Formiga

Uma fábula, ou talvez não...

Todos os dias, a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar.
Produzia e era feliz.

O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão.
Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada?

Contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios. A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga.

De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e ...
... contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.

O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito.

Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e...
... admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.

A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!

O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete.

A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para a ajudar na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para ...
a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.

Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente.
Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a Unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía : "Há muita gente nesta empresa!".

Adivinhem quem o
leão começou por despedir? A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida".

Nota: Os personagens desta fábula são fictícios; qualquer semelhança com a realidade, é pura coincidência . . .

quarta-feira, 4 de março de 2009

Estatísticas há para todos os gostos!

Hoje um colega chamou-me a atenção por brincadeira para uma nota de rodapé do jornal gratuito Metro, e que transcreve abaixo. É uma estatística no mínimo curiosa!


Deixo ao critério de cada um as ilações que queira retirar desta estatística, mas há uma que parece ser bastante óbvia: há muita gente por esse mundo do trabalho fora que não tem nada que fazer ou então não quer fazer nada!

E não me venham dizer que são apenas os homens que são uns malandros, já que envolve 2 pessoas e pela sondagem apenas 1% não gostou ao ponto de fazer queixa...
Mas as estatísticas valem o que valem e há para todos os gostos, mas tinha fiquei com curiosidade para ver os resultados da mesma pergunta mas feita aos homens "Quantos já foram flirtados no trabalho?" Alguém aposta em valores?!? Se alguém descobrir, coloque aqui nos comentários!